De dentro de um bistrô, observo o mundo ao redor e apenas paro, para pensar e observar.
Tento imaginar o que as pessoas pensam, aonde vão, o que querem o que esperam o que falam. Apenas observo, no início da manhã, ou no fim da tarde, no breve instante entre um gole e outro da xícara de café.
Relato todos os dias, as almas dos mortais iguais a mim, iguais a você.
Escrevo palavras sobre elas, e se perguntam o que estou a fazer, e nesse círculo de pensamentos eu vejo o dia passar.
Esquecendo os problemas numa breve xícara de café, que uma hora acaba.
Eu pago a conta e vou embora.
E quem sabe amanhã em vez de café, eu peça um chá?
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